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	<title>Transportadora | Transcrepaldi</title>
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	<title>Transportadora | Transcrepaldi</title>
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		<title>Ranking de empresas sustentáveis</title>
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				<pubDate>Mon, 09 Dec 2019 13:26:53 +0000</pubDate>
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				<description><![CDATA[<p>Rússia e Peru ficam para trás em ranking de empresas sustentáveis. Brasil é destaque Entre os principais mercados emergentes, a Rússia e o Peru correm maior risco de perder uma fatia dos mais de US$ 30 trilhões que rastreiam investimentos globais sustentáveis. Apenas 5% das empresas na Rússia e 6% no Peru apresentam baixo risco [&#8230;]</p>
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								<content:encoded><![CDATA[<p>Rússia e Peru ficam para trás em ranking de empresas sustentáveis. Brasil é destaque</p>
<p>Entre os principais mercados emergentes, a Rússia e o Peru correm maior risco de perder uma fatia dos mais de US$ 30 trilhões que rastreiam investimentos globais sustentáveis.</p>
<p>Apenas 5% das empresas na Rússia e 6% no Peru apresentam baixo risco de não atenderem aos os padrões ambientais, sociais e de governança (ESG, na sigla em inglês), segundo a empresa de dados Sustainalytics, que trabalha com 16 das 20 maiores gestoras de ativos do mundo.</p>
<p>A África do Sul e o Brasil, que possuem um número maior de empresas de consumo, registram a maior pontuação entre os maiores mercados emergentes, segundo os dados.</p>
<h2>Descaso ambiental</h2>
<p>Em muitos mercados emergentes, empresas demoraram a se adaptar às crescentes demandas de investidores globais por evidências de que suas operações não estão causando danos sociais ou ambientais. Mais de 1,5 mil gestores de investimentos assinaram os Princípios para o Investimento Responsável das Nações Unidas, e o setor ESG agora é o segmento com crescimento mais rápido do mercado.</p>
<p>Uma razão para o baixo desempenho em alguns mercados emergentes é que o investimento em ESG é um “fenômeno relativamente novo” nos países em desenvolvimento, segundo Sergey Dergachev, gestor sênior da Union Investment, em Frankfurt. Isso significa que o setor tem enorme potencial de crescimento, acrescentou.</p>
<p>Já existem alguns sinais de que mudanças estão a caminho. Na Rússia, a maior operadora ferroviária vendeu o primeiro título de dívida verde internacional do país em maio, e a principal bolsa de valores criou índices de ações atrelados aos padrões ESG. O governo do Peru se prepara para emitir um título soberano verde, com o qual espera incentivar empresas a tentar compensar emissões de carbono.</p>
<h2>De olho na sustentabilidade</h2>
<p>A Sustainalytics acompanha 11 mil empresas de capital aberto no mundo todo e classifica o risco ESG entre insignificante e grave. Entre todos os mercados emergentes, o Paquistão foi o único país que teve pior pontuação do que a Rússia, com apenas 4% das empresas classificadas com baixo risco.</p>
<p>Empresas de países com boa pontuação tendem a ser mais transparentes e eficientes na publicação de dados ESG, segundo Diederik Timmer, responsável por relações com clientes da Sustainalytics.</p>
<p>A Rússia registra a pontuação mais baixa em governança em comparação com outros mercados emergentes, enquanto o Peru tem baixa classificação em termos de poluição do ar e acesso à água e saneamento, bem como direitos políticos, segundo a Sustainalytics.</p>
<p>“Algumas empresas na Rússia carecem de mecanismos internos pelos quais questões sociais e ambientais possam ser analisadas”, disse Timmer. “Portanto, essas empresas normalmente têm alta exposição aos riscos ESG.”</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Fonte: <a href="https://6minutos.com.br/negocios/russia-e-peru-ficam-para-tras-em-ranking-de-empresas-sustentaveis-brasil-e-destaque/">6 minutos</a></p>
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		<title>Como fica a sua aposentadoria com a nova Previdência</title>
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				<pubDate>Wed, 13 Nov 2019 13:40:55 +0000</pubDate>
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				<description><![CDATA[<p>1. Quando começam a valer as novas regras para aposentadoria no Brasil?<br />
As novas regras da reforma começam a valer com a promulgação pelo Congresso.</p>
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								<content:encoded><![CDATA[<h2 class="news-subheadline">Sete pontos sobre a aposentadoria com a nova Previdência</h2>
<div class="news-main-image "><picture><source srcset="https://media-manager.noticiasaominuto.com.br/640/naom_599da7d1a0b75.jpg" media="(max-width: 640px)" /><source srcset="https://media-manager.noticiasaominuto.com.br/960/naom_599da7d1a0b75.jpg" media="(max-width: 960px)" /></picture></div>
<div>
<h6>1. Quando começam a valer as novas regras para aposentadoria no Brasil?</h6>
<p>As novas regras da reforma começam a valer com a promulgação pelo Congresso.</p>
<h6>2. O que acontece com quem já está trabalhando?</h6>
<p>A reforma prevê cinco regras de transição para os trabalhadores da iniciativa privada que já estão no mercado. Uma dessas regras vale também para servidores públicos &#8211; além disso, essa categoria tem uma opção específica. Todas as modalidades vão vigorar por até 14 anos depois de a reforma entrar em vigor. Pelo texto, o segurado poderá sempre optar pela forma mais vantajosa. Na prática, quase todo mundo terá de trabalhar um pouco mais para se aposentar do que com as regras hoje em vigor.</p>
<h6>3. Como ficou o cálculo das aposentadorias?</h6>
<p>O valor da aposentadoria será calculado com base na média de todo o histórico de contribuições do trabalhador (não descartando as 20% mais baixas, como era feito até a promulgação da reforma). Ao atingir o tempo mínimo de contribuição (15 anos para mulheres e 20 anos para homens), os trabalhadores do regime do INSS terão direito a 60% do valor do benefício integral, com o porcentual subindo 2 pontos para cada ano a mais de contribuição. As mulheres terão direito a 100% do benefício quando somarem 35 anos de contribuição. Já os homens só terão direito a 100% do benefício quando tiverem 40 anos de contribuição.</p>
<h6>4. Houve alguma mudança no valor do benefício?</h6>
<p>O valor da aposentadoria nunca será superior ao teto do INSS, atualmente em R$ 5.839,45, nem inferior ao salário mínimo (R$ 998). O texto também garante o reajuste dos benefícios pela inflação.</p>
<h6>5. O que acontece a uma pessoa que já podia se aposentar, mas não fez o pedido antes de a reforma entrar em vigor?</h6>
<p>O direito de se aposentar é garantido com base na regra antiga. O cálculo do benefício, porém, passa a seguir as novas regras, com base na média das contribuições de toda a carreira. O cálculo parte de 60% aos 20 anos de contribuição para homens e 15 anos para mulheres e é acrescido de 2 pontos porcentuais a cada ano adicional, até o limite de 100%.</p>
<h6>6. Haverá mudanças nas alíquotas pagas pelos trabalhadores?</h6>
<p>Sim, a reforma traz mudança na alíquota, hoje de 11%. Os trabalhadores que recebem salário maior vão contribuir com mais &#8211; até 14% no INSS e 22% no serviço público federal, nos casos em que o salário supera o teto constitucional de R$ 39,2 mil mensais. Já os que recebem menos vão ter contribuição menor, que começa em 7,5%. Haverá também a união das alíquotas do regime geral (da iniciativa privada) e do regime próprio (servidores públicos).</p>
<h6>7. Os reajustes dos benefícios foram mantidos?</h6>
<p>O texto aprovado no Congresso mantém o reajuste dos benefícios para preservar o valor real (ou seja, compensar as perdas da inflação) na Constituição.</p>
<p>As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.</p>
<p>Fonte: <a href="https://www.noticiasaominuto.com.br/economia/1125436/como-fica-a-sua-aposentadoria-com-a-nova-previdencia" target="_blank" rel="noopener">www.noticiasaominuto.com.br</a></p>
<p>&nbsp;</p>
</div>
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		<title>Mobilidade: caminhos para o transporte sustentável</title>
		<link>https://www.transcrepaldi.com.br/mobilidade-caminhos-para-o-transporte-sustentavel/</link>
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				<pubDate>Fri, 08 Nov 2019 14:29:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Transcrepaldi]]></dc:creator>
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				<description><![CDATA[<p>Em Helsinque, na Finlândia, lei determina que empresas de transporte abram dados de operação para viabilizar MaaS (foto: hopkinsii/CC/Flickr)</p>
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]]></description>
								<content:encoded><![CDATA[<p>Planejamos nossos deslocamentos diários levando em consideração múltiplos fatores: tempo, custo, conforto – e, não menos importante, a facilidade de conexão entre diferentes meios. Enquanto a frota de carros segue crescendo, quem depende do transporte coletivo tenta driblar a mobilidade deficiente fazendo melhores escolhas. Oferecer soluções integradas que levem as pessoas de um ponto ao outro com o máximo de conveniência é um caminho para cidades mais humanas e sustentáveis reconhecido por especialistas em mobilidade de todo o mundo.</p>
<p>Segundo a consultoria McKinsey &amp; Co, a integração total entre os meios de transporte disponíveis na cidade permitiria acomodar 30% mais tráfego com redução de 10% no congestionamento. Planejamento, infraestrutura e tecnologia da informação devem trabalhar em conjunto para promover essa integração modal, que se subdivide em três tipos: física, tarifária e informacional.</p>
<p>Em maior ou menor grau, a integração física é uma realidade nas grandes cidades. Trata-se da conexão física entre os diversos meios de transporte, como metrô, ônibus, bicicleta, e até mesmo automóvel. Com o acesso facilitado entre um e outro – por exemplo, estações de bicicleta nos terminais de ônibus, ou ciclovias que levem até as estações de metrô – torna-se mais conveniente o uso combinado dos meios disponíveis.</p>
<p>A integração tarifária é a possibilidade de utilizar uma mesma forma de pagamento – como um cartão – para pagar por viagens nos diversos meios de transporte disponíveis. A prática já é bastante difundida no Brasil. Em capitais como São Paulo, um mesmo cartão dá acesso a modos sobre trilhos, ônibus e bicicletas compartilhadas. Com o pagamento unificado, agências e operadores podem incentivar o uso do transporte coletivo por meio do desconto ou da isenção das viagens seguintes dentro de uma determinada janela de tempo– a chamada integração tarifária temporal –, tornando mais interessante a opção por meios de transporte mais sustentáveis. A capital paulista também está experimentando o pagamento via cartões de crédito e débito.</p>
<p>Por fim, um sistema de informação integrado e confiável permite ao passageiro planejar suas viagens multimodais de forma mais eficiente. Combinadas, as integrações dos meios, das tarifas e das informações tornam o deslocamento pela cidade mais fluído, intuitivo e promovem a seamless mobility, quer dizer, a mobilidade sem interrupções e inconveniências. É o primeiro passo para que as cidades se aproximem de um conceito que é visto como o futuro da mobilidade.</p>
<h2>A mobilidade como um serviço</h2>
<p>A Mobilidade como um Serviço – do inglês Mobility as a Service, ou MaaS – combina a integração total das opções públicas e privadas de transporte disponíveis, com pagamento único (seja por viagem, mensalidade ou anuidade) em uma plataforma em que o deslocamento é adquirido por inteiro, “de porta a porta”, ainda que combine vários meios. Com o smartphone, você confere diferentes combinações possíveis para chegar ao destino por um trajeto rápido, barato, eficiente e integrado.</p>
<p>Digamos que você precise ir a uma loja em um bairro pouco seguro, a 8 quilômetros da sua casa. Neste caso, uma plataforma de MaaS indica uma sequência conveniente e encadeada de modos – caminhar até a estação de bikes a uma quadra de casa, pedalar 1 quilômetro até o metrô, descer na terceira estação e pegar um carro compartilhado que estará na saída 2 da estação para concluir a viagem. Até mesmo fatores de decisão como a qualidade do ar e outros poderiam ser incorporados. Muitos dos elementos que compõem o MaaS são familiares para quem usa aplicativos como Google Maps ou Waze, compartilha bikes, solicita táxi e ride-hailing pelo smartphone. O que falta é a integração inteligente entre todas essas tecnologias.</p>
<p>Em várias cidades, plataformas como Uber e Lyft passaram a oferecer a locação de patinetes e bicicletas compartilhadas. As empresas também realizam pilotos de integração com o transporte coletivo nos Estados Unidos e na Europa. São experiências que podem impulsionar a transformação, mas ainda são restritas, já que cada plataforma incorpora apenas serviços da empresa provedora e de prestadoras parceiras. A prática tem sido chamada de walled gardens (“jardins cercados”) em referência a casos como o da Lyft que, após adquirir uma operadora do serviço Citi Bike, bloqueou o acesso às bicicletas pelo app Transit, plataforma de planejamento e aquisição de viagens em diversos meios públicos e privados.</p>
<h2>Dados para estimular a mobilidade além dos carros</h2>
<p>Para funcionar plenamente, a MaaS depende da cooperação e disponibilização de dados operacionais dos transportes público e privado por meio de APIs abertas. Quer dizer, a possibilidade de determinada plataforma acessar em tempo real informações sobre a disponibilidade de ônibus, carros, bicicletas, patinetes – e quaisquer outras opções que venham a integrar a mobilidade urbana. Só assim o sistema poderá compor trajetos, prever tempos de deslocamento e remunerar cada prestador com o máximo aproveitamento dos serviços – sejam eles privados ou públicos.</p>
<p>Cidades que saem na frente na adoção da MaaS buscam promover condições institucionais para conciliar os interesses dos vários operadores de transporte. A Finlândia foi um dos primeiros países a incorporar a MaaS em suas políticas públicas. Lá a legislação exige de empresas como a Uber a abertura dos dados e da API. Em 2016, o aplicativo finlandês Whim surgiu como a primeira plataforma de MaaS de que se tem notícia e já viabilizou mais de 3 milhões de viagens na capital Helsinque.</p>
<p>No Brasil, este ainda é um gargalo para uma integração mais abrangente. “Muitas das cidades não monitoram sua frota ou não possuem abertura de dados”, pondera Luisa Peixoto, analista de Relações Institucionais da Quicko. A startup, fundada no final de 2018, desenvolve um app que disponibiliza informações dinâmicas sobre as condições do transporte público de São Paulo, como trens, metrô e ônibus.</p>
<p>Desafios institucionais ainda são recorrentes entre quem tenta inovar em mobilidade e transporte. &#8220;A transformação digital de qualquer indústria é complexa. Agora imagine trabalhar na transformação digital de um dos setores mais tradicionais do país, altamente regulado”, pondera Luiz Renato Mattos, CEO da OnBoard Mobility. A startup foi finalista do Desafio InoveMob com o Bipay, assistente virtual que facilita a recarga do Bilhete Único em São Paulo e em breve deve expandir operação para outras cidades.</p>
<p>Quem conta com o poder da tecnologia para tornar mais eficientes os deslocamentos nas grandes cidades pode ficar frustrado ao descobrir que algumas vezes o melhor que essa combinação pode oferecer é distração nas redes sociais durante um engarrafamento. Em um horizonte não tão distante, com frotas de veículos limpos, autônomos e compartilhados rodando nas ruas, sistemas de MaaS podem estar por trás do acesso mais barato de todos à mobilidade e à cidade, maximizar a segurança das pessoas, aumentar os benefícios da redução de emissões e efetivar a promessa de reduzir veículos particulares, estacionamentos e congestionamentos.</p>
<p>Fonte: <a href="https://wribrasil.org.br/pt/blog/2019/10/da-integracao-modal-mobilidade-como-um-servico-ou-maas-o-caminho-para-o-transporte-sustentavel" target="_blank" rel="noopener">wribrasil.org.br</a></p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>FGTS &#8211; Já saquei os R$ 500 permitidos. E agora?</title>
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				<pubDate>Thu, 07 Nov 2019 20:36:43 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Medida provisória]]></category>
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				<description><![CDATA[<p>Quando vou poder sacar R$ 998? Ainda não se sabe. Agora a MP segue para aprovação do Senado. FGTS &#8211; Já saquei os R$ 500 permitidos. E agora? Caso a mudança seja aprovada e sancionada pelo presidente da República, os trabalhadores que se enquadrarem na regra do salário mínimo e já sacaram os R$ 500 poderão sacar [&#8230;]</p>
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]]></description>
								<content:encoded><![CDATA[<h2><strong>Quando vou poder sacar R$ 998?</strong> Ainda não se sabe. Agora a MP segue para aprovação do Senado.</h2>
<p><strong>FGTS &#8211; Já saquei os R$ 500 permitidos. E agora?</strong> Caso a mudança seja aprovada e sancionada pelo presidente da República, os trabalhadores que se enquadrarem na regra do salário mínimo e já sacaram os R$ 500 poderão sacar os R$ 498 restantes.</p>
<p><strong>E o que mais pode mudar? </strong>A medida provisória também estabelece outros pontos:</p>
<ul>
<li>Fim da contribuição adicional de 10% sobre o saldo do FGTS paga nas demissões sem justa causa (a multa de 40% permanece);</li>
<li>Proibição de cobrança de taxas para movimentações dos recursos das contas do FGTS na Caixa para outros bancos;</li>
<li>Permite consultas e movimentação de contas do FGTS por aplicativo sem tarifas;</li>
<li>Autoriza o uso de recursos do FGTS em financiamentos fora do Sistema Financeiro de Habitação;</li>
<li>Permite saque dos recursos a trabalhadores e dependentes com doenças raras;</li>
<li>Diminui a taxa de administração do FGTS para à Caixa: de 1% para 0,5%.</li>
</ul>
<div class="author-details"><span class="author-name">Fonte: </span><span class="author-name"><a href="https://6minutos.com.br/author/diana-ribeiro/" rel="author"><strong>Diana Ribeiro </strong></a></span><span class="author-region">, 6 Minutos &#8211; São Paulo</span></div>
<div class="date">07/11/2019 &#8211; 16:54</div>
<div></div>
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